Quantum Logic

Quando planear a domótica numa moradia

A fase da obra decide o que é possível automatizar numa moradia. O que dá para fazer em projeto, com obra a decorrer e em casa já acabada.

A pergunta que mais ouvimos é qual o melhor sistema. A que devia vir primeiro é outra: em que fase da obra está a casa.

O momento em que a domótica entra no projeto decide o que é possível fazer. Muda mais do que a escolha de marca.

Em projeto, antes de abrir obra

O melhor cenário. Desenhamos a rede e os pontos de controlo com o arquiteto, antes de haver paredes.

Aqui decide-se onde ficam os quadros, por onde passa a cablagem estruturada e quantos pontos ficam preparados em cada divisão. Nada é irreversível e nada precisa de ser aberto depois.

Com a obra a decorrer

Ainda dá para fazer quase tudo, desde que as paredes estejam abertas.

Passamos cablagem sem partir nada que já esteja acabado. A limitação é o calendário: a instalação tem de acompanhar as fases da obra, por isso quanto mais cedo falarmos, menos improviso há no fim.

Em casa já habitada

Há duas vias.

Abrir parede, com a perturbação que isso traz numa casa onde já se vive. Ou usar soluções sem fios, que evitam obra e permitem automatizar iluminação, estores e clima divisão a divisão.

Não é preciso fazer tudo de uma vez. Dá para começar por uma zona e crescer depois, se a base de rede estiver bem feita.

Não fique preso a uma marca

Trabalhamos com sistemas abertos, o que significa que o seu equipamento não tem de vir todo do mesmo fabricante.

Um sistema fechado parece simples no início. O problema aparece anos depois, quando quer ampliar, trocar de fornecedor ou juntar um equipamento novo e o sistema não deixa.

Num sistema aberto, a lógica de hoje continua a aceitar mudanças amanhã. Numa casa onde vai viver anos, isso pesa mais do que a marca no painel.

O que define o âmbito

O que faz um projeto ser maior ou menor:

  • Divisões e pontos de controlo. Cada luz, estore, zona de clima ou ponto de áudio é trabalho e material.
  • O que quer automatizar. Só luz e estores é um patamar. Juntar clima, piso radiante, áudio, videoporteiro e acessos é outro.
  • Nível de integração. Um painel único é mais trabalhoso de desenhar do que peças soltas, e muito mais simples de usar e manter.
  • Rede. Boa automação assenta numa rede sólida. Cablagem, fibra e Wi-Fi mesh fazem parte do projeto.
  • Energia e segurança. CCTV, controlo de acessos, solar e baterias entram se fizerem parte do plano.

Deixar preparado o que não faz agora

Nem tudo tem de entrar na primeira fase. O que vale a pena garantir desde início é a infraestrutura: cablagem, espaço nos quadros e uma rede que aguente o que vier depois.

Uma casa bem automatizada também gasta menos energia, com regras de poupança, clima por presença e integração solar. Há um simulador na página de serviços que mostra a lógica.

O que trazer para a primeira conversa

Para percebermos o seu caso de uma vez:

  • A planta, ou o número de divisões.
  • A fase da obra: projeto, obra a decorrer ou casa acabada.
  • O que quer controlar agora e o que quer deixar preparado.

Com isto medimos o âmbito e desenhamos o sistema.

Fale connosco e vemos a sua planta.

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